|
|||||
| Vencedores e Finalistas Menção Honrosa "Idéia Inovadora em Mobilização de Recursos" Parceiros |
|||||
| Vencedores | |||||
| Primeiro Lugar: Ação Educativa A missão da Ação Educativa é contribuir na constituição e efetivação dos direitos educativos e de juventude, tendo em vista a promoção da justiça social e o fortalecimento da democracia participativa. Atua em âmbito nacional, concentrando maior atuação na região metropolitana de São Paulo. Os principais beneficiários de seus serviços são professores, educadores, grupos juvenis, organizações populares e movimentos sociais. Em 2000 realizou eventos que envolveram 27.963 pessoas e teve a participação de 2.213 pessoas em atividades de formação. Também atua em pesquisa e assessoria em políticas públicas. A Ação Educativa propõe como idéia para plano de negócio um programa de estímulo e capacitação técnica para 93 secretarias de educação na criação e fortalecimento de setores responsáveis pela promoção de educação de jovens e adultos. Inicialmente o público beneficiário corresponde a 4 milhões de pessoas analfabetas acima de 15 anos ou com menos de 3 anos de escolaridade, que pertencem aos 93 municípios do estado de São Paulo com população acima de 50.000 habitantes, excetuando a capital. Além da orientação na obtenção de recursos governamentais, a formação continuada dos educadores e o fornecimento de livro didático, a proposta visa instrumentalizar os gestores para administrarem com mais eficiência dos recursos conseguidos, subsidiando as equipes gestoras a implementar e avaliar programas educativos. Instituto Brasileiro de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (IBDD) A missão do IBDD é participar da construção e defesa dos direitos de cidadania das pessoas portadoras de deficiência física, visual, auditiva e mental no Brasil. Realiza prestação de serviços e consultoria para empresas, governos e instituições, elabora estudos, diagnósticos, planejamento e implantação de projetos visando soluções estratégicas para a integração social do deficiente. Sua atuação gerou mudança qualitativa na defesa dos direitos, inserção no mercado de trabalho e em competições esportivas, além de conscientização e acessibilidade na sua comunidade. Por acreditar que a competência profissional do portador de deficiência possa ser alcançada em qualquer mercado de trabalho, desde que respeitadas suas limitações, o IBDD propõe como plano de negócio o desenvolvimento de Serviços de Terceirização de Mão-de-Obra para inserção de portadores de deficiência em empresas públicas e empresas privadas. O IBDD está desenvolvendo uma sistemática para esta prestação de serviços que viabilize a auto-sustentabilidade da organização, estendendo o serviço a empresas públicas, privadas, governos e outras instituições interessadas em viabilizar a inserção profissional de portadores de deficiência. Em contrapartida, estas organizações contribuiriam com doações, parcerias ou superávits. Com a sistematização para esta prestação de serviço a organização pretende atender 20.000 portadores de deficiência nos próximos 5 anos. Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí O Consórcio constitui-se em uma associação civil de direito privado, com independência técnica e financeira que arrecada e aplica recursos financeiros em programas ambientais. É composto com a participação de 42 prefeituras municipais e 35 empresas públicas e privadas. Os trabalhos realizados pela organização têm reconhecimento regional, estadual e nacional, com resultados como: planos diretores e projetos executivos para tratamento de esgoto de 17 municípios, Plano Diretor de Captação e Produção de Água para as Bacias dos Rios Piracicaba e Capivari e desenvolvimento de projeto de conscientização e educação ambiental que envolveu mais de 160 mil crianças anualmente. O plano de negócio prevê o desenvolvimento do projeto Coleta Seletiva na Região Metropolitana de Campinas, cuja finalidade é incentivar e apoiar técnica, organizacional e financeiramente a implantação de programas de coleta seletiva nos 19 municípios da região metropolitana de Campinas. O público-alvo deste projeto seriam os prefeitos dos 19 municípios e as empresas de médio e grande porte da região, com quem o Consórcio pretende estabelecer parcerias visando gerar trabalho e renda à população além de colaborar com a diminuição da quantidade de lixo em aterros e lixões. A iniciativa contará também com a participação de Conselhos Locais e Conselho de Gerenciamento de âmbito regional formado pela CETESB e Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social do Estado. Em 12 meses de desenvolvimento do projeto, o Consórcio prevê a implantação de 9 Centrais de Triagem que gerariam diretamente 225 postos de trabalho. À médio prazo o projeto prevê também uma Central de Negócios cuja finalidade seria comercializar os materiais das Centrais de Triagem e promover a transformação destes materiais em produtos acabados, conferindo maior valor agregado. |
|||||
| Finalistas | |||||
Associação Pracatum Ação Social Salvador - BA Área de atuação: Educação A missão da Pracatum é a transformação da realidade social, visando a equidade humana com efetiva participação comunitária. A instituição realiza programas educacionais e culturais e de desenvolvimento comunitário no Candeal Pequeno de Brotas, comunidade de baixo poder aquisitivo com aproximadamente 5.500 pessoas. Seus projetos envolvem: a construção de 122 casas e 1 posto de saúde, ampliação de rede de esgotos, implantação de coleta de lixo e de sistema de drenagem e contenção de encostas, reforma de 3 centros comunitários e profissionalização de 60 jovens e 142 adultos com cursos de capacitação profissional. A comunidade do Candeal corresponde ao principal público atendido pela Pracatum. Atualmente, o atendimento vem se estendendo para jovens de outras comunidades carentes. Em função de já possuir uma tecnologia educacional na área de música e, ao mesmo tempo, identificar a necessidade de consolidar sua estabilidade financeira, a Pracatum elegeu o programa “Escola de Música” para desenvolver um plano de negócio. O plano prevê estender o serviço educacional deste programa a um público pagante: crianças, adolescente e jovens, pertencentes às classes A e B. A estrutura da organização tem capacidade para atender 1428 alunos pagantes por ano. A Escola de Música já promove a qualificação técnica em MPB de 178 jovens carentes, priorizando a consciência crítica e a prática cidadã. Segundo a organização, o recurso gerado pela implementação do plano de negócio da “Escola de Música”, representará o incremento no atendimento de 614 crianças e jovens freqüentadores dos programas da Associação Pracatum. O CDI tem a missão pioneira de promover a inclusão digital utilizando a tecnologia da informação como um instrumento para a construção e exercício da cidadania. Por meio de parcerias com populações de baixa renda, a organização estabelece EICs (Escolas de Informática e Cidadania) nas comunidades aliando a capacitação tecnológica à discussão de temas inerentes à cidadania da população com a qual trabalha como: saúde, educação, ecologia, direitos humanos e não-violência. Como resultado da atuação em 38 cidades de 19 estados brasileiros e 7 paises, a organização formou uma rede com 438 EICs que já capacitaram cerca de 200.000 pessoas. O plano de negócio CDI na Empresa, busca sensibilizar empresas para implementarem EICs em suas instalações, visando a capacitação de seus funcionários de chão de fábrica, familiares e comunidades de baixa renda no entorno da empresa. O CDI oferecerá capacitação pedagógica, acompanhamento contínuo das escolas e as empresas fornecerão computadores e espaço físico para a instalação das EICs. Esse programa prevê uma contribuição de taxa anual por parte da empresa, referente aos custos de implementação e acompanhamento do
programa. A meta do projeto para 2003 é implantar 50 escolas, que capacitariam por ano 14.000 pessoas, entre elas funcionários, familiares de funcionários e moradores do entorno das empresas parceiras do projeto. A Diaconia representa a ASA (Articulação do Semi-Árido) e seu principal programa, o P1MC – Programa 1 Milhão de Cisternas para Famílias do Semi-Árido. A missão da ASA é fortalecer a sociedade civil na construção de processos participativos para o desenvolvimento sustentável e a convivência com o semi-árido, referenciados em valores culturais e de justiça social. A estrutura da ASA compreende uma rede de 800 organizações formadas por articulações estaduais em 11 estados brasileiros. O plano de negócio visa apoiar o desenvolvimento sustentável do semi-árido e propiciar o acesso à água de chuva à população, por meio do armazenamento em cisternas construídas com placas de cimento. O programa treina os beneficiários na construção e manutenção das cisternas além de doar os materiais necessários à construção. Cada cisterna tem capacidade para 16.000 litros de água e custa em média R$ 700,00. Atualmente são construídas com recursos de doações públicas. Entre 2001 e 2002 , 12.400 famílias, cerca de 70.000 pessoas estão sendo beneficiadas em 11 estados. Esta iniciativa prevê nos primeiros 3 anos a construção de 10.000 cisternas. A missão do Grupo 25 é a transformação da sociedade em uma sociedade para todos. É formado por familiares de pessoas com deficiências que se juntaram para garantir a participação ativa das pessoas com deficiência no exercício da cidadania. Atua na cidade de São Paulo, na área de educação com projetos de assessoria para escolas públicas e na área de saúde com o projeto “Bem Vindo ao Mundo”. A organização realizou 3 eventos sobre inclusão. O último contou com a participação de 800 pessoas. Além disto trabalham como consultores em parceria com o ministério público estadual na área de pessoas portadoras de deficiência. Segundo a organização, o impacto qualitativo é visível na mudança de postura das pessoas que participam de suas atividades. O plano de negócio do Grupo 25 é denominado “Bem Vindo ao Mundo” e já está em funcionamento como piloto na Maternidade São Luiz em São Paulo, desde abril/02, abrangendo 472 funcionários. O projeto oferece acolhimento, apoio e orientação às famílias de bebês nascidos com deficiência ou prematuros, estendendo esta oferta à equipe médica e de apoio do hospital de nascimento da criança. Aproximadamente 10% dos bebês nascidos são deficientes ou prematuros, o que representa cerca de 80 famílias a serem atendidas por mês. O projeto pode ser replicado a outros hospitais mediante o investimento do custo do projeto e de recursos humanos. A missão do IPÊ é “Ciência e Educação para a Conservação da Biodiversidade”. Atualmente o IPÊ desenvolve 25 projetos de conservação e desenvolvimento sustentável na região da Mata Atlântica. Suas ações são baseadas em pesquisas e informações científicas que norteiam ações e iniciativas que buscam a sustentabilidade sócio-ambiental. A partir de atuação no Parque Nacional do Superagui, em Guaraqueçaba, no Paraná, o instituto constatou que comunidades centralizadas na pesca, cada vez mais vinham adotado o tráfico ilegal de animais como alternativa de recursos para sua sobrevivência. Isto gera impactos negativos e conduz a própria comunidade à marginalidade e descaracterização de suas culturas tradicionais. O plano de negócio propõe a comercialização de fantoches de feltro que retratam as duas espécies seriamente ameaçadas na região: o mico-leão-de-cara-preta e o papagaio-de-cara-roxa. Estes fantoches, produzidos pelas mulheres das comunidades de pescadores da região, em pequena escala, já são vendidos a dois parques zoológicos europeus. Com a participação das mulheres da comunidade, o IPÊ pretende criar um vínculo maior entre as pessoas e a natureza local, transformando as espécies em símbolos de orgulho. O trabalho desenvolvido representou um aumento na renda das mulheres em uma proporção de 375% em relação ao beneficiamento de camarão adotado anteriormente. Atualmente, a produção dos fantoches é feita por 8 mulheres. O IPÊ calcula a ampliação deste trabalho para 40 mulheres nos próximos 2 anos. O processo todo contribui de forma significativa para a proteção das espécies ameaçadas, integra as populações e melhora a qualidade de vida humana. A missão do Instituto é criar uma rede alternativa de assistência à saúde mental, em substituição ao modelo asilar centrado no hospital psiquiátrico. O instituto desenvolve ações estratégicas de incentivo à formulação de políticas públicas e promoção da cidadania dos usuários de serviços de saúde mental, atuando diretamente com unidades de assistência clínica, denominadas CAPS (Centro de Atenção Psicossocial). Os CAPS foram inaugurados em 1997 e constituem-se em um novo modelo de assistência totalmente voltado para comunidade, estabelecidos em todo território nacional. O Instituto é responsável pela supervisão técnica de 3 centros, em parceria com o Programa Municipal de Saúde Mental. Aponta-se que nos CAPS, 84,4% dos pacientes em tratamento não recorrem mais à internação psiquiátrica. A atuação do Instituto também tem contribuído para abrir o campo de trabalho, a comercialização e o mercado solidário para que os usuários dos serviços de saúde mental possam produzir de forma autônoma e inserir-se no mercado de trabalho. A partir desta atuação a organização pretende estabelecer como fonte de geração de renda a Comercialização de Produtos e Serviços Específicos para Eventos e Congressos técnico-científicos (pastas sanfonadas,cadernos, crachás, arranjos). Estes produtos e serviços seriam produzidos pelo público beneficiário a partir da articulação de oficinas de geração de renda dos CAPS. A organização prevê para o próximo ano a realização de 2 eventos de porte médio (800 pessoas) e 3 eventos de porte pequeno (450 pessoas). Como forma de geração de renda para sua auto-sustentação, a organização propõe a instalação de uma rádio comunitária nas dependências da SAN, denominada “Aprendizes do Tempo”, com foco na produção de programas voltados especificamente para o idoso e à região de Santa Cruz do Sul. Será utilizada a mão-de-obra possível entre os internos da instituição, voluntários e não-voluntários de grupos de terceira idade da cidade, beneficiando 166 idosos que teriam a oportunidade de convivência, integração, trocas afetivas e exercício mental que resultam em uma melhoria na qualidade de vida. A programação será idealizada e executada pelos idosos. A renda será obtida pela comercialização de espaços publicitários que serão veiculados alcançando uma população potencial de 12.477 pessoas. Destas, 2.948 possuem acima de 60 anos. |
|||||
| Menção Honrosa "Idéia Inovadora em Mobilização de Recursos" | |||||
As 5 organizações vencedoras foram:
Cada uma destas organizações recebeu um prêmio de R$ 7.000,00. Vale ressaltar que o processo de escolha dos conceitos de negócio mais inovadores é completamente independente daquele realizado para a classificação no Prêmio Empreendedor Social Ashoka-McKinsey. Comitê para Democratização da Informática (CDI) O CDI tem a missão pioneira de promover a inclusão digital utilizando a tecnologia da informação como um instrumento para a construção e exercício da cidadania. Por meio de parcerias com populações de baixa renda, a organização estabelece EICs (Escolas de Informática e Cidadania) nas comunidades aliando a capacitação tecnológica à discussão de temas inerentes à cidadania da população com a qual trabalha como: saúde, educação, ecologia, direitos humanos e não-violência. Como resultado da atuação em 38 cidades de 19 estados brasileiros e 7 paises, a organização formou uma rede com 438 EICs que já capacitaram cerca de 200.000 pessoas. O plano de negócio CDI na Empresa, busca sensibilizar empresas para implementarem EICs em suas instalações, visando a capacitação de seus funcionários de chão de fábrica, familiares e comunidades de baixa renda no entorno da empresa. O CDI oferecerá capacitação pedagógica, acompanhamento contínuo das escolas e as empresas fornecerão computadores e espaço físico para a instalação das EICs. Esse programa prevê uma contribuição de taxa anual por parte da empresa, referente aos custos de implementação e acompanhamento do programa. A meta do projeto para 2003 é implantar 50 escolas, que capacitariam por ano 14.000 pessoas, entre elas funcionários, familiares de funcionários e moradores do entorno das empresas parceiras do projeto. A organização Escola de Gente foi fundada em 2002 e sua missão é despertar a sociedade para o exercício de valores inspirado na diversidade humana por meio de ações de comunicação em inclusão, defendendo prioritariamente os direitos de crianças e jovens com deficiência previstos em legislação nacional e internacional. A legislação brasileira é favorável à construção de uma sociedade que defenda a inclusão de portadores de deficiência na escola, no trabalho, na saúde e nas tecnologias de comunicação entre outras. De acordo com dados do Censo 2000, 24,5 milhões de brasileiros entre crianças, jovens e adultos, são portadores de algum tipo de deficiência. A Escola de Gente tem por objetivo construir práticas inclusivas que proporcionem a convivência diária de portadores e não portadores de deficiência nos mesmos espaços sociais. Mais do que garantir o cumprimento das leis, a organização pretende exercitar precocemente uma mentalidade inclusiva. Para isto, propõe a venda de Oficinas Inclusivas a Secretarias de Educação e Universidades da cidade do Rio de Janeiro. As Oficinas constituem-se de encontros com 25 jovens (15% deste total com deficiência) e pretendem ajudá-los a tornarem-se profissionais capazes de interagir com a diversidade humana. A renda obtida permitirá que a organização forme novos oficineiros, aprimore a metodologia desenvolvida e tenha auto-sustentabilidade. A missão do Instituto Peabiru é promover o desenvolvimento sustentável através do treinamento de organizações do terceiro setor bem como de ações de educação ambiental, ecoturismo e esportes de natureza. Por meio de 4 programas, a organização promove, desde 1998, campanhas publicitárias e eventos e oferece apoios técnicos e cursos que resultam em inserção social, conservação da biodiversidade, educação de formadores de opinião e fortalecimento institucional de lideranças do terceiro setor. Considerando a dificuldade de captação de recursos por parte de ONGs, a necessidade do setor empresarial em construir uma agenda de Responsabilidade Social e por acreditar que é crescente o número de pessoas no Brasil e no mundo que em suas férias não querem pacotes turísticos previsíveis, e ao mesmo tempo procuram assumir sua parte de responsabilidade social, a organização iniciou a elaboração do programa de férias voluntárias “Imersão Amazônica”. A proposta do programa é criar primeiramente uma vila amazônica nas proximidades de Belém (PA) onde seria estabelecida uma escola de gestão para o desenvolvimento sustentável, com cursos rápidos e vivências a líderes de ONGs da região, líderes empresariais e jovens universitários do Brasil e do exterior. Seriam realizadas turmas em inglês (público internacional) e em português com custo médio diário de U$ 35. A renda obtida visa garantir a sustentabilidade da escola e subsidiar os cursos para líderes de comunidades e de ONGs . O instituto planeja obter em 6 anos, R$ 880 mil provenientes da participação de 31 empresas, e oferta de 15 bolsas de estudo por ano. Também formará em 5 anos um fundo educacional de R$ 849 mil que permitirá o oferecimento de bolsas para 674 líderes comunitários. Neste período serão beneficiados 669 participantes de férias voluntárias. O NEPA tem como missão trabalhar para mobilizar a sociedade rural e urbana para conciliar as relações de produção e consumo de alimentos que não agridam a natureza e conservem os recursos naturais. No período de 5 anos, 60 propriedades do Ceará foram trabalhadas com orientações quanto ao cultivo sem queimadas e sem agrotóxicos. O processo envolveu 1.800 pessoas e até o final de 2002, 288 novas propriedades serão trabalhadas. Por meio da associação ADAO, foi estabelecida uma nova relação com o meio urbano e rural, na qual sócios urbanos contribuem com uma taxa mensal viabilizando o aumento de fluxo financeiro destinado aos custos de produção e a obtenção de valor que é direcionado como renda ao agricultor. A organização propõe como plano de negócio a Empresa 21 que permitirá a agrupamentos sociais urbanos de 70 pessoas, pertencentes às classes A e B de Fortaleza, o acesso a produtos de origem orgânica a custos inferiores aos praticados no mercado. O consumidor contribui com 12 parcelas anuais, correspondentes ao recebimento de alimentos orgânicos previamente estabelecidos por ele. Por outro lado o produtor é responsável por uma rede logística de entrega da produção que sai diretamente do campo para as residências urbanas. Desta forma a empresa propicia a conciliação entre a necessidade específica do consumidor, preocupado com a segurança alimentar, e a necessidade da família agrícola, convertida ao sistema de produção orgânica. São eliminados os intermediários no processo de produção e distribuição dos alimentos e há uma melhora significativa na qualidade de vida das famílias produtoras. Atualmente este projeto é realizado em Natal e em Fortaleza onde 8 famílias produtoras atendem 28 famílias de consumidores. A missão do NEAC é propiciar um espaço de fortalecimento da educação de crianças e de adolescentes através de oficinas sócio-educativas, com ênfase na educação ambiental. A organização desenvolve diversos projetos e beneficia 150 crianças pro meio de oficinas de informática, inglês, acompanhamento escolar, artes e esporte. Há também 40 jovens que se capacitam como agentes ambientais e 220 já foram capacitados em informática com ênfase em ecologia. O plano de negócio do NEAC propõe aliar diversão e cultura implantando pequenas bibliotecas sob tendas, nas praias do Rio de Janeiro. A biblioteca terá um acervo diversificado e atual, formado por livros, revistas, jornais e gibis. O projeto Bronze & Leitura terá início na praia central de Rio das Ostras/RJ, onde conta com o apoio da Secretaria de Cultura da região. O objetivo do projeto é o incentivo à cultura, atraindo adeptos para o ato da leitura. Junto aos usuários do serviço também será feito um trabalho preventivo em relação à questão ambiental, por meio de distribuição de folders orientativos, buscando a conscientização ambiental. Os recursos envolvidos no projeto relacionam-se prioritariamente à compra dos livros e periódicos. A organização estabeleceu duas formas de utilização da biblioteca: como associado por meio de pagamento de uma taxa mensal de R$ 10,00 à biblioteca ou como não-sócio pagando R$ 1,00 pela publicação selecionada para leitura. Para as publicações periódicas será estabelecido o tempo de leitura de 2 horas, possibilitando o aluguel diversas vezes ao dia. |
|||||
| Parceiros | |||||
|
|||||
|
|||||